terça-feira, 3 de abril de 2012

Um tanto de Etiqueta e sem frescuras

Como tirar a espinha do peixe da boca, onde apoiar os talheres depois da refeição... Mesmo quem costuma participar de jantares e eventos formais pode ter dúvidas sobre como se comportar à mesa. Siga as dicas abaixo e aprenda como agir nessas e em outras situações para se sentir tranquilo e confiante em qualquer ocasião!

  1. Antes de começar a refeição, apoie o guardanapo de pano sobre as pernas. “Já o de papel deve ficar ao lado do prato”, ensina a consultora de etiqueta Célia Leão.
  2. Coloque pequenas porções de comida no garfo.
  3. Coma devagar. Dê intervalos, apoie os talheres na borda do prato, converse e, depois, volte a comer.
  4. Lembre-se: nunca fale de boca cheia!
  5. Cuidado para não fazer barulho ao tomar líquidos, como café ou sopa. É muito feio!
  6. Jamais coloque os cotovelos sobre a mesa. “Apoie apenas os antebraços ou os punhos”, explica Célia.
  7. “Em festas com buffets, você pode repetir a comida sempre que quiser. Porém, em jantares formais, é preciso esperar que a anfitriã ofereça. E se ela não oferecer, não repita”, avisa a consultora.
  8. Caso você não goste do prato servido, seja discreto. Coma apenas o acompanhamento e deixe o restante.
  9. Utilize o prato grande para comer o couvert ou aperitivo. O pequeno deve ser usado apenas para colocar o pão.
  10. O que fazer com uma espinha de peixe ou caroço de azeitona? Tire da boca discretamente, com a ajuda do garfo.
  11.  Durante a refeição, antes de levar o copo ou a taça à boca, passe levemente o guardanapo nos lábios. Depois, tome o líquido devagar, em pequenos goles.
  12.  Nada de palitos. Se estiver muito incomodado com algum resíduo nos dentes, peça licença e vá ao banheiro para usar o fio dental.
  13.   Ao terminar, posicione os talheres com os cabos voltados para você. “Imagine que o prato seja um relógio. Os talheres ficam na posição seis e meia”, explica Célia.
  14. Não dá para segurar o espirro? Coloque a mão em concha sobre o nariz e os lábios e espirre sem fazer barulho, mantendo a boca fechada.
  15.  Caso precise ir ao banheiro durante o jantar, peça licença, discretamente, apenas à pessoa que estiver sentada ao seu lado.


Na hora de comer

- Espaguete: enrole a massa com o garfo e sobre uma colher. Comece pela borda do prato, para evitar uma garfada grande demais. E nunca corte o espaguete, é muito feio!
 

- Alcachofra: desfolhe-a com as mãos, mergulhe a parte carnuda no molho e leve à boca.

 - Frango: “Apenas o ‘frango à passarinho’ pode ser segurado com a mão. Quanto às demais preparações, coma sempre com garfo e faca”, alerta a consultora.

- Empadinhas e canapés: pegue-os com a mão e utilize um guardanapo ou um pratinho para aparar as migalhas que, com certeza, cairão.

       - Consomê: no início, tome com a ajuda de uma colher. Depois de esfriar, leve a xícara de consomê aos lábios para tomar o líquido.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Moeda Social

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MERCADO DE TROCAS SOLIDARIAS / ECOBANCO / MOEDA SOCIAL
O QUE É MOEDA SOCIAL?
MOEDA SOCIAL é um “bônus” que se utiliza em transações entre grupos de pessoas ou
empreendimentos dispostos a cultivar a confiança, cooperação, solidariedade, transparência e a
distribuição da riqueza entre todos os participantes do jogo da vida, em vez da especulação,
competitividade e concentração da riqueza em poucas mãos. Em eventos da Economia Solidária
vem-se utilizando distintas moedas sociais: em janeiro de 2005, no Fórum Social Mundial de Porto
Alegre, o TXAI foi utilizado por primeira vez. TXAI é uma palavra que significa “companheiro”,
“amanhã” e “metade preciosa de mim, metade de mim em você” para a tribo kaxinawá, da floresta
tropical do Peru e do Brasil; ela foi escolhida como homenagem às primeiras nações do continente,
em razão de seu significado, que evoca compromisso e reciprocidade nas relações sociais. Também
existem o ECO SAMPA criado em São Paulo e a moeda MATE, no Rio Grande do Sul, para uso em
eventos massivos.
COMO FUNCIONA A MOEDA SOCIAL ?
A moeda social funciona como uma moeda complementar similar a outras existentes na atualidade,
em países de todas as regiões do mundo. Os exemplos mais conhecidos são os pioneiros LETS do
Canadá, Europa e Austrália, os SELs provenientes da França, e os milhares de grupos/clubes de
“trocas solidárias” na América Latina, além de múltiplos sistemas no Japão e Coréia. Uma
característica particular é que a moeda social não tem juros nem valor de reserva, isto é, não pode
ser depositada nos bancos para produzir mais dinheiro. Em outras palavras, moeda social favorece a
produção e não a especulação. Como são produzidas para ativar as economias locais, as moedas
sociais devem ser utilizadas num âmbito restringido, durante um período de tempo também
restringido: ao final do evento devem voltar ao lugar de origem e assim “forçar” as pessoas que as
usam a “comprar” tanto quanto “venderam”, respeitando um princípio básico das trocas solidárias:
não acumular a moeda, que é um simples instrumento de intercambio e não uma mercadoria, como a
moeda oficial.

terça-feira, 27 de março de 2012

Fazemos parte,




Bom dia pessoas queridas...

Hoje, quero falar bem ao pé de ouvido,em especial, com as mulheres de um modo geral. Estive no Rio de Janeiro dos dias 21 ao 25 desse mês para atender a empresa que trabalha com as tintas em spray Colorgin e tinha, na maioria, mulheres nas bancadas fazendo as oficinas. 
Pude perceber  que muito estamos avançando no lado profissional pelo fato de que estamos tendo que dar conta das despesas no dia a dia e também no final do mês. Durante os intervalos entre uma oficina e outra , nas conversas com as meninas, ouvi histórias que me serviram de lição de vida. Mulheres que fazem artesanato pra se distrair, outras que dependem disso pra sobreviver,outras que fazem pra aprender e depois repassar o aprendizado, algumas que me acompanham pela TV desde a época da Ana Maria Braga ( 1996), outras que até junto do marido , montaram oficinas,lojas,atelies. Enfim, nós mulheres estamos tomando conta de uma fatia do mercado ,descobrindo um meio de subsistência e dando conta dos gastos.
Fiquei feliz, na realidade, porque fazemos parte de uma fatia de pessoas importantes no mercado de trabalho., que é embasado na criatividade,garra e que faz acontecer através de desenvolvimento de oportunidades.
Logo na entrada da feira, achei um grupo de mulheres que são da Ecosol do Rio de Janeiro [ Economia Solidária ],que trabalham com reaproveitamento de material e que estavam fazendo sucesso por lá.
A Mulher está em todo canto da sociedade fazendo acontecer e isso não podemos deixar de lado.
Um bom dia a todos e a todas as queridas companheiras de trabalho. Vamos que vamos, porque Juntos seremos Maiores.

[ na foto, as meninas que fazem arte na Ecosol Rio de Janeiro]
escrito por Rosi Ribeiro- artista plástica-

terça-feira, 6 de março de 2012

Na Assembléia Legislativa
Semana passada, na sexta feira, grupo da Economia Solidária daqui da cidade de Osasco, esteve na Assembléia Legislativa no evento que envolveu a Lei da Economia Solidária.
Osasco está atento às mudanças,afinal, Economia Solidária é uma Nova Economia que está acontecendo.

















domingo, 4 de março de 2012

Achei bem interessante...doida pra comprar...kkkk
Vamos que vamos.
Bom e Feliz domingo a todos.



Economia Solidária - Uma Abordagem Internacional (Coleção Sociedade e Solidariedade)

Autor:FRANÇA FILHO, Genauto Carvalho de; LAVILLE, Jean-Louis
Ano:2004
ISBN:85-7025-724-4.
P�ginas:198

Resumo:
Economia Solidária - Uma Abordagem Internacional (Coleção Sociedade e Solidariedade)

Editora: Editora da UFRGS / EDUFBA

À Venda no CIAGS: R$20,00



FRANÇA FILHO, Genauto Carvalho de; LAVILLE, Jean-Louis. Economia solidária: uma abordagem internacional. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. 198 p. (Coleção Sociedade e Solidariedade). ISBN 85-7025-724-4.


Este livro lança um olhar sobre a realidade de uma outra economia que se gesta em diferentes partes do mundo a partir de iniciativas, sobretudo de natureza cooperativista e associativa, oriundas da sociedade e dos meios populares. Essa outra economia é mais conhecida sob o termo de Economia solidária, em razão da sua vocação a posicionar o princípio no centro da sua prática de elaboração de atividades econômicas.
O livro apresenta análises com perspectivas sociológicas e antropológicas conduzindo a uma redefinição do sentido do agir econômico em sociedade, abrindo ao leitor possibilidade de compreensão de uma multiplicidade de princípios capazes de influenciar o comportamento econômico, entre o simples interesse material, a redistribuição e a reciprocidade.
 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ao ser reconhecido pela Organização Mundial de Comércio Justo (World Fair Trade Organization) como uma instituição que segue os princípios do comércio justo, a partir de 2006 o ArteSol passou a atuar mais intensamente na difusão desses princípios não só entre os artesãos, mas também entre seus parceiros e clientes.
Nos projetos implementados pelo Artesanato Solidário/ArteSol são desenvolvidas ações de capacitação em diversas áreas que transformam o saber-fazer tradicional em oportunidade de geração de trabalho e renda respeitando boas condições de trabalho, igualdade de gênero, proibição do trabalho infantil e respeito ao meio ambiente.
Além das ações formativas, o Artesanato Solidário também atua na comercialização dos produtos dos grupos de artesãos por meio da Central ArteSol, uma vez que encara o comércio como uma ferramenta fundamental para a redução da pobreza e para a conquista de um maior desenvolvimento sustentável.
Diante da tendência do mercado por produtos de artesanato que valorizem e expressem a diversidade cultural, além de serem socialmente responsáveis, a Central ArteSol promove os princípios do comércio justo também no processo de comercialização, garantindo transparência e confiabilidade em toda a cadeia comercial, não mantendo exclusividade de compra e cumprindo pagamento justo aos grupos produtores de artesanato.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Economia Solidária faz parte dos 50 anos de Osasco
No Sábado a noite, dia 19, aconteceu a Festa dos 50 anos da cidade de Osasco e parte da equipe da Economia Solidária participou.
Além de colocar as peças e alimentos à venda, puderam se divertir, confraternizar, foliar e isso é muito bom.














domingo, 19 de fevereiro de 2012

Mulheres Solidárias
Bom dia. Feliz e abençoado  domingo a todos...
Eu estava agora pela manhã, fazendo uma pesquisa na internet e acabei me deparando com esse vídeo que mostra a criatividade, força e união das mulheres que decidiram fazer tarefas juntas.
Gostei muito e decidi compartilhar.

Hoje o dia todo, por conta do aniversário da cidade de Osasco, o pessoal da Economia Solidária  está reunido numa feira no Parque Chico Mendes.
Que essa economia Justa e Solidária perdure e traga sucesso a todos.
Feliz Domingo.
Inté a próxima.