sexta-feira, 6 de abril de 2012


Conceito do     SNCJS
E devemos continuar aprendendo....portanto,eis um novo texto.


O Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário é um conjunto ordenado de parâmetros que delimitam as relações comerciais, agentes e normas no âmbito do Comércio Justo e Solidário no Brasil.

São objetivos deste Sistema:

  • Promover o Comércio Justo e Solidário como um fluxo comercial diferenciado, por meio da articulação e integração dos Empreendimentos Econômicos Solidários e demais agentes que participam do SNCJS;
  • Fortalecer uma identidade nacional, por meio da difusão do conceito e o exercício das práticas de Comércio Justo e Solidário no Brasil;
  • Divulgar produtos, serviços, processos, experiências, e organizações que respeitam as normas definidas no âmbito do SNCJS;
  • Favorecer a prática do preço justo para quem produz, comercializa e consome;
  • Reconhecer e monitorar os diferentes mecanismos de garantia e de geração de credibilidade adequados às diferentes realidades sociais, territoriais e organizacionais, para a avaliação da conformidade de produtos, processos e serviços aos princípios e critérios desta normativa;
  • Subsidiar os Empreendimentos Econômicos Solidários e demais participantes com uma base nacional, estadual e territorial de informações em economia solidária e em temas afins à comercialização;
  • Contribuir nos esforços públicos e privados, de promoção de ações de melhoria às condições de comercialização dos Empreendimentos Econômicos Solidários.
  • Incentivar a organização dos empreendimentos em redes sócio-produtivas e outras formas de cooperação;
  • Apoiar processos de educação para o consumo com vistas à adoção de hábitos sustentáveis e à organização dos consumidores para a compra dos produtos e serviços do CJS.
Para melhor compreendê-lo, seguem outros conceitos que vigoram em seu conteúdo e que se entrelaçam com a proposta como um todo. São eles:
Economia Solidária (ES): é o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, troca, consumo, poupança e crédito, organizados e realizados solidariamente por trabalhadores, de forma coletiva e autogestionária;
Empreendimento Econômico Solidário (EES): compreende as organizações coletivas, supra-familiares, cujos participantes ou sócios são trabalhadores dos meios urbano e rural, que exercem coletivamente a gestão das atividades, assim como a alocação dos resultados.

Preço Justo (PJ): é a representação de valor do produto ou serviço, construída a partir do diálogo, da transparência e da efetiva participação de todos na sua composição, que resulte em uma justa distribuição de renda entre o conjunto dos atores da cadeia produtiva.
Avaliação da Conformidade (AC): objetiva propiciar, direta ou indiretamente, adequado grau de confiança aos usuários e consumidores, em relação ao cumprimento de determinados padrões - princípios e critérios - , pelos produtos, serviços, processos produtivos ou organizações.
Bases de Serviço de Comercialização (BSC): são iniciativas diversas, voltadas à prestação de serviços de apoio e de promoção à comercialização, visando incrementar e agregar valor aos produtos dos empreendimentos solidários.
Consumo Responsável e Solidário: é a capacidade de cada pessoa, instituição pública ou privada, escolher serviços e produtos que contribuam, de forma ética e de fato, para a melhoria de vida de cada indivíduo, da sociedade e do ambiente.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

 Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário


Está todo o grupo da economia solidária disposto a correr atras de local pra que aconteça então,o sonho de ter onde colocar os produtos de cada  um. Pois bem,mas temos antes , que saber de fato, o que é esse tão falado Comércio Justo e Solidário. Como funciona, quais os critérios, pra onde se vai.  Vamos começar por pequenos conceitos. Vamos iniciar entendendo o que é um sistema e o que esse  Sistema Nacional promete  frente ás instalações  de locais para funcionamento do Comércio Justo e Solidário.
Vamos todos entender. Vamos ler. Vamos ficar atentos.


Conhecendo então,
O Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário”, ou, SNCJS é um conjunto de parâmetros: conceitos, princípios, critérios, atores, instâncias de controle e gestão, organizados em uma estratégia única de afirmação e promoção do Comércio Justo e Solidário em nosso país. Organizado em um documento que mescla mecanismos de regulamentação e de fomento, o SNCJS pretende se consolidar como política pública, através da promulgação de uma lei que o institucionalize.

Ele é, assim, um projeto tanto político quanto econômico. Político, pois oficializa o reconhecimento pelo Estado Brasileiro do Comércio Justo e Solidário como política social de enfrentamento das desigualdades sociais e da precariedade das relações de trabalho. E, econômico, por proporcionar uma identidade aos produtos e serviços da Economia Solidária, agregando valor e conceito aos mesmos, e, assim, ampliando suas oportunidades de venda.
Ou seja, não se trata de construir um sistema puro de monitoramento e certificação de cadeias justas de comercialização, porém, também, uma política de estimulo a tais cadeias como mecanismos de fortalecimento da produção, comercialização e consumo solidários, em suas potencialidades de redução da má distribuição de renda e de geração de desenvolvimento local sustentável.
Este duplo elemento impõe um desafio ao SNCJS de buscar mecanismos de reconhecimento de conformidade que não sejam excludentes e sim estimuladores, ou seja, que equilibrem credibilidade dos princípios e critérios (e por tanto, o valor socioambiental agregado aos produtos e serviços) com ações que estimulem cada vez mais e mais produtores, comerciantes e consumidores a mudarem suas práticas rumo ao cumprimento de novas e melhores práticas.
Para atender a tais demandas, duas estratégias estão sendo postas em marcha, no quadro de formulação do SNCJS. Uma delas é a estrutura do conteúdo do texto da normativa pública que comporta distintos elementos de maneira integrada, como falaremos mais abaixo. A outra é a dinâmica de funcionamento do SNCJS que se esta colocando para depois da promulgação da normativa jurídica, com dois níveis de reconhecimento de conformidade, um para empreendimentos e outro para produtos.
Sobre a primeira, a normativa pública esta estruturada a partir de quatro elementos fundamentais, que são: a) conjunto dos princípios e critérios que caracterizam as relações comerciais justas e solidárias; b) os mecanismos e as regras de avaliação de conformidade que garantam o monitoramento e a identificação tais relações; c) uma dinâmica de gestão do SNCJS a ser feita por estruturas formadas por representantes da sociedade civil e do governo, e, d) uma política de fomento público ao tema contendo projetos e ações públicas de pelo menos dois ministérios.
Sobre a asegunda, imagina-se mesclar reconhecimento de empreendimentos (em nível do compromisso político dos mesmos com a proposta do Comércio Justo e Solidário), e, reconhecimento de produtos e serviços cujas cadeias produtivas se desenvolvem sobre os princípios e critérios, cada um com um selo distinto, associado ao marco do SNCJS.
O texto final da normativa pública foi oficialmente entregue ao Ministério do Trabalho e Emprego em fevereiro de 2008, encontrando-se em fase de avaliação jurídica pela COMJUR - Comissão Jurídica deste Ministério. Sua efetiva promulgação – que se espera seja o mais breve possível, definirá uma série de desafios futuros, passos e caminhos de concretização no campo econômico e social de todos os valores, princípios e critérios que o comércio justo representa e pretende construir.
Conhecer seu conteúdo, re-conhecer a si mesmo neste conteúdo e proposta e engajar-se na sua construção, é a tarefa que temos pela frente, e para a qual convidamos a todos e todas.

Perspectivas Futuras

A promulgação da normativa pública representará, por certo, uma grande conquista do movimento brasileiro do Comércio Justo e Solidário. Entretanto, tal promulgação não basta. A Instrução Normativa é fundamental para a institucionalização do conceito brasileiro, de sua forma de reconhecimento em escala nacional e de dinâmica de controle e gestão destes processos. Assim, como, PAFI-CJS é essencial para que o governo cumpra sua função no fomento a produção e comercialização justas. Porém, o trabalho político não basta – a pesar de totalmente necessário.
A partir da promulgação destes documentos, o FACES (e todas as entidades que trabalham pelo Comércio Justo e Solidário), tem o desafio de fazer o sistema viver no campo econômico, o que coloca estratégias a cada um dos atores ou elos da cadeia comercial.
Primeiramente, garantir a difusão ampla do conteúdo, da importância e dos benefícios do sistema brasileiro a tantos grupos produtivos, rurais ou urbanos, passíveis de aproveitamento das possibilidades que o mesmo representa, considerando a escassez de dados sobre a produção justa e sustentável brasileira, e, a dificuldade geográfica que um país de proporções continentais como Brasil, representa.
Em segundo, necessitamos fomentar a criação e efetiva operação sobre as regras do SNCJS, de distintos sistemas privados de garantia da conformidade dos padrões (princípios e critérios) de comércio justo e solidário, como certificadoras, redes de sistemas participativos de garantia, ou, lojas que atuem na modalidade “declaração do comprador”. O desenvolvimento deste setor é fundamental, em especial nas modalidades alternativas de reconhecimento (como os sistemas participativos de garantia, ou mesmo, os mecanismos de “autodeclaração” para as vendas locais).
Em terceiro, necessitamos de uma ampla articulação com os atores comerciais de todas as categorias: lojas especializadas (em comércio justo, ou, em produtos orgânicos e etc...), redes de grande distribuição como supermercados e atacadistas (Centrais de distribuição no atacado), feiras locais permanentes e temporárias, entre outros, como forma de garantir o envolvimento deste elo central de aproximação entre produtores e o grande consumo.
Por fim, trabalhar na formação de uma consciência sobre o consumo responsável como caminho concreto de fortalecimento e consolidação do comércio justo e solidário. Ou seja, trabalhar na formação e educação dos consumidores, em todos os níveis, para que os mesmos possam utilizar suas eleições de compra em pró do fortalecimento da produção justa.
Tanto o FACES como no movimento de CJS já podem comemorar suas conquistas no que tange a construção e consolidação de uma sólida base conceitual e política. Por outro lado, e a partir da mesma, trabalhar para a concretização do cotidiano do comércio justo na vida dos produtores, comerciantes e consumidores.
Este é o desafio que se coloca para frente. Fazer do verbo uma prática constante e transformadora. Fazer da justiça e da solidariedade, uma possibilidade concreta a novas formas de produzir, comercializar e consumir.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Economia Solidária , no Shopping Primitiva
A Economia Solidária está com seus produtos expostos pra comercialização no Shopping Primitiva.
São 02 pisos com os produtos e todos à venda. Vale a pena visitar e verificar pois são todos feitos  à mão e de um jeito totalmente artesanal, é claro. Somos uma equipe razoavelmente grande  e  contamos com o apoio da população.




















Um tanto de Etiqueta e sem frescuras

Como tirar a espinha do peixe da boca, onde apoiar os talheres depois da refeição... Mesmo quem costuma participar de jantares e eventos formais pode ter dúvidas sobre como se comportar à mesa. Siga as dicas abaixo e aprenda como agir nessas e em outras situações para se sentir tranquilo e confiante em qualquer ocasião!

  1. Antes de começar a refeição, apoie o guardanapo de pano sobre as pernas. “Já o de papel deve ficar ao lado do prato”, ensina a consultora de etiqueta Célia Leão.
  2. Coloque pequenas porções de comida no garfo.
  3. Coma devagar. Dê intervalos, apoie os talheres na borda do prato, converse e, depois, volte a comer.
  4. Lembre-se: nunca fale de boca cheia!
  5. Cuidado para não fazer barulho ao tomar líquidos, como café ou sopa. É muito feio!
  6. Jamais coloque os cotovelos sobre a mesa. “Apoie apenas os antebraços ou os punhos”, explica Célia.
  7. “Em festas com buffets, você pode repetir a comida sempre que quiser. Porém, em jantares formais, é preciso esperar que a anfitriã ofereça. E se ela não oferecer, não repita”, avisa a consultora.
  8. Caso você não goste do prato servido, seja discreto. Coma apenas o acompanhamento e deixe o restante.
  9. Utilize o prato grande para comer o couvert ou aperitivo. O pequeno deve ser usado apenas para colocar o pão.
  10. O que fazer com uma espinha de peixe ou caroço de azeitona? Tire da boca discretamente, com a ajuda do garfo.
  11.  Durante a refeição, antes de levar o copo ou a taça à boca, passe levemente o guardanapo nos lábios. Depois, tome o líquido devagar, em pequenos goles.
  12.  Nada de palitos. Se estiver muito incomodado com algum resíduo nos dentes, peça licença e vá ao banheiro para usar o fio dental.
  13.   Ao terminar, posicione os talheres com os cabos voltados para você. “Imagine que o prato seja um relógio. Os talheres ficam na posição seis e meia”, explica Célia.
  14. Não dá para segurar o espirro? Coloque a mão em concha sobre o nariz e os lábios e espirre sem fazer barulho, mantendo a boca fechada.
  15.  Caso precise ir ao banheiro durante o jantar, peça licença, discretamente, apenas à pessoa que estiver sentada ao seu lado.


Na hora de comer

- Espaguete: enrole a massa com o garfo e sobre uma colher. Comece pela borda do prato, para evitar uma garfada grande demais. E nunca corte o espaguete, é muito feio!
 

- Alcachofra: desfolhe-a com as mãos, mergulhe a parte carnuda no molho e leve à boca.

 - Frango: “Apenas o ‘frango à passarinho’ pode ser segurado com a mão. Quanto às demais preparações, coma sempre com garfo e faca”, alerta a consultora.

- Empadinhas e canapés: pegue-os com a mão e utilize um guardanapo ou um pratinho para aparar as migalhas que, com certeza, cairão.

       - Consomê: no início, tome com a ajuda de uma colher. Depois de esfriar, leve a xícara de consomê aos lábios para tomar o líquido.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Moeda Social

1
MERCADO DE TROCAS SOLIDARIAS / ECOBANCO / MOEDA SOCIAL
O QUE É MOEDA SOCIAL?
MOEDA SOCIAL é um “bônus” que se utiliza em transações entre grupos de pessoas ou
empreendimentos dispostos a cultivar a confiança, cooperação, solidariedade, transparência e a
distribuição da riqueza entre todos os participantes do jogo da vida, em vez da especulação,
competitividade e concentração da riqueza em poucas mãos. Em eventos da Economia Solidária
vem-se utilizando distintas moedas sociais: em janeiro de 2005, no Fórum Social Mundial de Porto
Alegre, o TXAI foi utilizado por primeira vez. TXAI é uma palavra que significa “companheiro”,
“amanhã” e “metade preciosa de mim, metade de mim em você” para a tribo kaxinawá, da floresta
tropical do Peru e do Brasil; ela foi escolhida como homenagem às primeiras nações do continente,
em razão de seu significado, que evoca compromisso e reciprocidade nas relações sociais. Também
existem o ECO SAMPA criado em São Paulo e a moeda MATE, no Rio Grande do Sul, para uso em
eventos massivos.
COMO FUNCIONA A MOEDA SOCIAL ?
A moeda social funciona como uma moeda complementar similar a outras existentes na atualidade,
em países de todas as regiões do mundo. Os exemplos mais conhecidos são os pioneiros LETS do
Canadá, Europa e Austrália, os SELs provenientes da França, e os milhares de grupos/clubes de
“trocas solidárias” na América Latina, além de múltiplos sistemas no Japão e Coréia. Uma
característica particular é que a moeda social não tem juros nem valor de reserva, isto é, não pode
ser depositada nos bancos para produzir mais dinheiro. Em outras palavras, moeda social favorece a
produção e não a especulação. Como são produzidas para ativar as economias locais, as moedas
sociais devem ser utilizadas num âmbito restringido, durante um período de tempo também
restringido: ao final do evento devem voltar ao lugar de origem e assim “forçar” as pessoas que as
usam a “comprar” tanto quanto “venderam”, respeitando um princípio básico das trocas solidárias:
não acumular a moeda, que é um simples instrumento de intercambio e não uma mercadoria, como a
moeda oficial.

terça-feira, 27 de março de 2012

Fazemos parte,




Bom dia pessoas queridas...

Hoje, quero falar bem ao pé de ouvido,em especial, com as mulheres de um modo geral. Estive no Rio de Janeiro dos dias 21 ao 25 desse mês para atender a empresa que trabalha com as tintas em spray Colorgin e tinha, na maioria, mulheres nas bancadas fazendo as oficinas. 
Pude perceber  que muito estamos avançando no lado profissional pelo fato de que estamos tendo que dar conta das despesas no dia a dia e também no final do mês. Durante os intervalos entre uma oficina e outra , nas conversas com as meninas, ouvi histórias que me serviram de lição de vida. Mulheres que fazem artesanato pra se distrair, outras que dependem disso pra sobreviver,outras que fazem pra aprender e depois repassar o aprendizado, algumas que me acompanham pela TV desde a época da Ana Maria Braga ( 1996), outras que até junto do marido , montaram oficinas,lojas,atelies. Enfim, nós mulheres estamos tomando conta de uma fatia do mercado ,descobrindo um meio de subsistência e dando conta dos gastos.
Fiquei feliz, na realidade, porque fazemos parte de uma fatia de pessoas importantes no mercado de trabalho., que é embasado na criatividade,garra e que faz acontecer através de desenvolvimento de oportunidades.
Logo na entrada da feira, achei um grupo de mulheres que são da Ecosol do Rio de Janeiro [ Economia Solidária ],que trabalham com reaproveitamento de material e que estavam fazendo sucesso por lá.
A Mulher está em todo canto da sociedade fazendo acontecer e isso não podemos deixar de lado.
Um bom dia a todos e a todas as queridas companheiras de trabalho. Vamos que vamos, porque Juntos seremos Maiores.

[ na foto, as meninas que fazem arte na Ecosol Rio de Janeiro]
escrito por Rosi Ribeiro- artista plástica-

terça-feira, 6 de março de 2012

Na Assembléia Legislativa
Semana passada, na sexta feira, grupo da Economia Solidária daqui da cidade de Osasco, esteve na Assembléia Legislativa no evento que envolveu a Lei da Economia Solidária.
Osasco está atento às mudanças,afinal, Economia Solidária é uma Nova Economia que está acontecendo.

















domingo, 4 de março de 2012

Achei bem interessante...doida pra comprar...kkkk
Vamos que vamos.
Bom e Feliz domingo a todos.



Economia Solidária - Uma Abordagem Internacional (Coleção Sociedade e Solidariedade)

Autor:FRANÇA FILHO, Genauto Carvalho de; LAVILLE, Jean-Louis
Ano:2004
ISBN:85-7025-724-4.
P�ginas:198

Resumo:
Economia Solidária - Uma Abordagem Internacional (Coleção Sociedade e Solidariedade)

Editora: Editora da UFRGS / EDUFBA

À Venda no CIAGS: R$20,00



FRANÇA FILHO, Genauto Carvalho de; LAVILLE, Jean-Louis. Economia solidária: uma abordagem internacional. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. 198 p. (Coleção Sociedade e Solidariedade). ISBN 85-7025-724-4.


Este livro lança um olhar sobre a realidade de uma outra economia que se gesta em diferentes partes do mundo a partir de iniciativas, sobretudo de natureza cooperativista e associativa, oriundas da sociedade e dos meios populares. Essa outra economia é mais conhecida sob o termo de Economia solidária, em razão da sua vocação a posicionar o princípio no centro da sua prática de elaboração de atividades econômicas.
O livro apresenta análises com perspectivas sociológicas e antropológicas conduzindo a uma redefinição do sentido do agir econômico em sociedade, abrindo ao leitor possibilidade de compreensão de uma multiplicidade de princípios capazes de influenciar o comportamento econômico, entre o simples interesse material, a redistribuição e a reciprocidade.